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SANTA BIBIANA: Novena de Santa Bibiana
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NOVENA À SANTA BIBIANA

(Virgem e Mártir)

***

Pensamentos bíblicos e breves reflexões para cada dia, tiradas dos fatos apresentados em sua vida de fé e virtudes cristãs, testemunhadas com o martírio.

 

A NOVENA

Com a publicação do opúsculo trazendo um compêndio da Vida e Martírio glorioso de Santa Bibiana, complementados com o extraordinário exemplo dos seus pais e uma irmã, que a precederam com idênticos heroísmos pela fé cristã, veio-nos a idéia de escrever esta Novena, como um resultado da leitura dos lances biográficos e mais do que isso, um incentivo ao aproveitamento espiritual que tais fatos nos venham inspirar.

Refletindo e orando, aprenderemos desses nossos irmãos os santos, como amar Deus, como ser fiel a Cristo, como viver a nossa Fé e sermos realmente Igreja.

Conhecedores dessas vidas exemplares serão maiores a nossa Confiança, mais esclarecidos os nossos pedidos e melhor reconhecidas, por sua intercessão, as Graças recebidas.

Esta prática piedosa, muito antiga na Igreja, das novenas de orações, se realizadas com fé e espírito de verdadeira piedade cristã, torna-se um modo de louvar os santos e cultuar sua memória. E esta memória, sem dúvida, nos levará ao crescimento espiritual por uma maior união com Deus, na vida da Graça.

E esta Novena, especialmente, assim realizada, nos aproximará mais de Santa Bibiana, essa jovem cristã que tem na sua vida o “tesouro escondido” de tantas virtudes, e que será desvendado a todos nós, à medida que as conhecermos para assim a amarmos muito mais.

Pe. Elias Leite

 

 


PRIMEIRO DIA

“Por isso vos digo: Tudo o que pedirdes em oração, crede que o tendes recebido, e ser-vos-á dado” (Marcos 11, 24).


Oração Inicial

(Para todos os dias)

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Gloriosa Santa Bibiana, que apesar de tantas perseguições dedicastes com amor, toda a vossa juventude em servir a Deus, a imitação de Jesus, na oblação dos sofrimentos, olhai agora por todos nós aqui reunidos diante de vós, também dispostos a oferecer ao Senhor a realidade de nossas vidas pelos merecimentos de vossas virtudes.

Temos consciência de que nada podemos sem a graça do Espírito do Senhor, que vos deu a força do amor para a Graça do Martírio. Sabemos que essa força vos deu a virtude de conservar intacto o coração para Deus, numa vida de perfeita doação.

Por isso, aqui estamos. Para vos pedir, além de outras graças, nos ensineis o que aprendestes do Senhor. Nesta Novena, nos propomos a caminhar ao vosso lado, para em vossa companhia obtermos a fortaleza na fé, a certeza na esperança e a grandeza no amor, que vos fizeram santa imitadora de Jesus Cristo até no sacrifício da própria vida.

E assim, temos a certeza de que, como sempre vos preocupastes com todos os que estiveram a vosso lado, não deixareis de atender os nossos pedidos, e olhareis para nós com compassivo olhar. Amém.


Oração de Reflexão

“Amo o Senhor, porque ele ouviu a voz de minha súplica. Porque inclinou para mim os seus ouvidos no dia em que o invoquei” (Salmo 114, 1-2).

As famílias cristãs formam a Igreja. Cada família é Igreja. A família de Santa Bibiana o demonstrou sobremaneira. Pai, mãe e filhas viviam a fé, praticavam a caridade, unidos todos no amor. Entre eles havia oração. Não faltava o perdão. Tão unidos eram eles que, na hora do sacrifício da própria vida, a exigência suprema, ninguém faltou. Família de fé, família de vida, família de santos. Igreja na terra, na Igreja do Céu.

Disse Jesus uma vez: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos” (João 15, 13). Ele deu a vida pelos seus amigos. Eu, você, todos nós, somos Seus amigos. O que nós fazemos por Ele? Qual a posição de nossas vidas diante dele? Na fidelidade, na obediência à sua vontade, no conhecimento da sua doutrina, na união da família...

A família de Santa Bibiana dá esse exemplo para nós. Foi Igreja. Viveu na oração, para aprender a viver com os outros no coração. Os santos foram nossos irmãos e modelos. Foram para o alto, para que levantemos os olhos e olhemos para eles.

Santa Bibiana, a mais nova, foi o anjo da família.

(Alguns segundos de reflexão)

Façamos a Santa Bibiana, os nossos pedidos.

Ofereçamos a ela alguma ação concreta, de nossa parte.


Oração Final

(Para todos os dias)

Santa Bibiana, exemplo de fé, que tivestes tanto amor a Jesus Cristo, a ponto de dar-lhe vossa vida no martírio, concedei-nos as graças que pedimos e ensinai-nos a imitar-vos na fé, no amor e união em família, praticando as virtudes cristãs num compromisso de vida. Assim seja.

(Três Ave-Marias a Santa Bibiana, pelas famílias)

Santa Bibiana, rogai por nós!

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

 

 


SEGUNDO DIA

“Sereis odiados de todos por causa de meu nome; mas aquele que perseverar até o fim, será salvo” (Mateus 10, 22).


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

Santa Bibiana, desde sua infância, teve uma vida alegre e cheia de carinhos da parte de seus pais e sua irmã. Mas, bem cedo não lhe faltaram alguns espinhos, pelas perseguições aos cristãos, conforme as autoridades governamentais. E sua família, sempre foi alvo do ódio desses governadores pagãos.

Logo aos doze anos presencia o martírio e a morte de seu pai. Guardava vivo no coração, os tormentos e a morte sofridos por sua carinhosa mãe. Não lhe saía da lembrança à cena da flagelação impiedosa, aplicada à sua jovem irmã, até vê-la expirar banhada no próprio sangue.

Em todos esses momentos terríveis que lhe feriam a alma, jamais ouviu de nenhum deles uma palavra que não fosse de oração, de louvor a Deus. Todos corajosamente confessavam a sua fé. Desafiados de muitas maneiras, enfrentavam os desafiantes e os desafios de fronte erguida, desprezando os deuses pagãos, exaltando o Senhor Deus verdadeiro. Os próprios carrascos ficavam atônitos diante de tanta perseverança, da admirável coragem!

Com esses exemplos, da família, quando chegou o seu dia, com todas as provocações, ameaças, seduções e a flagelação, ela só teve estas palavras: “Senhor, que derramastes todo vosso sangue pela minha salvação, recebei essas poucas gotas que vos oferece vossa humilde serva”!

(Alguns segundos de reflexão)

Façamos a Santa Bibiana os nossos pedidos.

Ofereçamos a ela alguma ação concreta, de nossa parte.


Oração Final

(Como no Primeiro Dia)

 

 


TERCEIRO DIA

“Deus é nosso refúgio e nossa força; mostrou-se nosso amparo nas tribulações” (Salmo 45, 2).

“Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e seus ouvidos, atentos a seus rogos; mas a força do Senhor está contra os que fazem o mal (Salmo 33, 13-17)” (I Pedro 3, 12).


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

Os quinze anos de vida de Santa Bibiana foram vividos num clima de desafios a sua fé.

Mesmo nos anos em que governavam imperadores cristãos, sempre a ameaça pagã os perseguia. Não se tinha a certeza de quanto tempo poderia durar a calmaria. Muitos dos pagãos até admiravam e louvavam a vida dos cristãos. Outros, porém, os vigiavam.

A mesma vida que levavam os poderosos, nas orgias, no luxo, nos prazeres, não deixavam de ser também um desafio à fé cristã, que considerava como valores o desprendimento, a simplicidade e outras virtudes, inteiramente contrárias às vaidades do mundo.

Bibiana era jovem, como tantas moças do seu tempo, e como cristã tinha distinta noção do sentido da vida. Mesmo o prefeito Aproniano tentou seduzi-la com propostas tentadoras, promessas de riquezas e felicidades utópicas. Sempre encontrou em Bibiana a jovem forte, consciente sobre os reais valores de sua vida, fiel ao seu Deus.

E o mundo atual não nos oferece desafios? Qual é a nossa reação? Como nos comportamos perante os chamados valores modernos : as liberdades sem limites, as paixões desenfreadas, as ambições sem limites, o falso princípio do “eu gosto”, portanto “tenho direito”, e outros?

São esses princípios do paganismo moderno os nossos desafios; que para sermos fiéis a Deus e a uma vida de cristãos, só os exemplos da jovem Bibiana nos podem ser luz.

(Alguns segundos de reflexão)

Façamos a Santa Bibiana os nossos pedidos.

Ofereçamos a ela os nossos votos.


Oração Final

(Como no Primeiro Dia)

 

 


QUARTO DIA

“A exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos em todas as vossas ações, pois está escrito: “Sede santos, porque eu sou santo (Lv 11, 44)” (I Pedro 1, 15-16).


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

O prefeito Aproniano vendo a simplicidade, a pureza de coração da jovem Bibiana, não se interessava tanto que ela adorasse os deuses pagãos, mas, que ela se voltasse para ele e se entregasse aos seus desejos, principalmente o da vingança contra o pai dela, tomando-a para si.

Para isso contratou Rufina, mulher da alta sociedade romana, mas de costumes reprováveis, para induzir Bibiana ao luxo, as festas sociais, e assim ele chegasse a conquista-la.

Bibiana, embora muito jovem, estava longe de aceitar semelhantes propostas. Educada nos princípios de uma família honrada e profundamente religiosa, conhecia muito bem os valores morais, a vida espiritual, e os deveres éticos de uma jovem de boa família. A vida de Deus em sua alma, pela graça, valia muito mais que as glórias vãs deste mundo, que ela desprezava. E sua resposta era sempre a mesma: “Estes enfeites preciosos, joias e colares, podem oferecê-los a outros e não a mim, que não devo agradar aos homens, mas a Deus”!

É impressionante, como vivendo em meio aos faustos e luxuosos devaneios daquela época, a jovem romana, sabia valorizar sua pessoa, respeitar os costumes de sua família e guardar no coração os tesouros de sua fé.

Como soube deixar-nos o exemplo da sabedoria de Deus, pelo Dom do Espírito Santo na prudência e fortaleza de sua alma! Vencendo os desafios à sua alma, guardou a integridade do seu ser.

Que graças teremos hoje, a pedir à nossa Jovem Santa?

(Alguns segundos de reflexão)

Façamos a Santa Bibiana os nossos pedidos.

Ofereçamos a ela os nossos votos.


Oração Final

(Como no Primeiro Dia)

 

 


QUINTO DIA

“Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos” (II Coríntios 4,9).

“Confia ao Senhor a tua sorte, espera nele, e ele agirá” (Salmo 36,5).


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

Não é possível imaginar os sofrimentos desta jovem diante da dor, da violência física e do martírio.

Assistiu matarem seu pai. Viu sua mãe sair da prisão para ser publicamente humilhada, flagelada até a morte, por defender sua fé, por ser coerente ao que ensinou às filhas. Presenciou o martírio cruel da sua irmã, que preferiu lhe separassem a cabeça do seu corpo a que separasse sua alma do seu Deus. Deu testemunho de sua vida cristã, resistindo às promessas ilusórias dos que nada tinham para lhe dar. E, como todos eles e suas propostas passaram só a digna memória de Bibiana e dos seus ficou para edificação de tantos!

Quantos católicos hoje, irmãos nossos, por motivos quaisquer, por meras ilusões, ao invés de testemunharem sua fé, a renegam, deixam a Igreja do seu Batismo e vão seguir por outros caminhos!

Que diferença de testemunhos nos deixa Santa Bibiana, ainda jovem, enfrentando tanto sofrimento no corpo e no espírito, sem jamais vacilar na fé e na religião dos seus pais, honrando-as até a morte!

“Sereis odiados de todos por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até o fim, será salvo” (Mateus 10, 22).

Que os exemplos de Santa Bibiana nos iluminem a todos os nossos irmãos na fé.

(Algum momento de reflexão)

Façamos a Santa Bibiana os nossos pedidos.

Ofereçamos a ela os nossos votos.


Oração Final

(Como no Primeiro Dia)

 

 


SEXTO DIA

“Jesus lhe respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14,6).

“Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, não verá jamais a morte” (João 8,51).


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

Bibiana viveu num mundo pagão. Por um lado via muita pobreza, escravos, campesinos, gente humilde numa total dependência dos grandes, da nobreza romana. Por outro lado, a vida palaciana de alguns, mergulhados nos prazeres da vida, vivendo orgias e ambições. Era já o início da decadência do Império romano e, consequentemente, da moralidade dos costumes, como disse o Apóstolo Paulo: “O deus deles é o ventre”. O cristão era como uma ilha deste mar de contradições.

O princípio para suas vidas era o equilíbrio consciente, causado pela Palavra, e demonstrando na fé e na vida. Até os próprios pagãos percebiam e admiravam isso. Diziam: “Veja como eles (cristãos) se amam!” E o livro dos Atos confirma: “Eles tinham tudo em comum”. E quando necessário, vendiam o que tinham para ajudar os irmãos.

A Bibiana, muitas vezes lhe foi oferecidos bens materiais, luxos e grandezas; mas a fonte dessas ofertas não era o amor que Jesus ensinou. Ela as rejeitava. Era uma contrastante lição de vida que ela dava. O deus daqueles pagãos eram os prazeres da vida e uma vida de prazeres. Por isso mesmo rejeitavam a vida dos cristãos, os perseguiam, porque a vida deles era para eles, os pagãos, como uma incômoda repreensão. O mesmo que ainda hoje acontece com o paganismo moderno.

Santa Bibiana tinha sua vida marcada por Deus.

Quanta coisa ainda tem para aprender desta jovem de breve existência!

(Refletimos alguns instantes)

Peçamos a ela as graças necessárias.


Oração Final

(Como no Primeiro Dia)

 

 


SÉTIMO DIA

”Quem possuir bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus”?

“Temos de Deus este mandamento: o que amar a Deus ame também a seu irmão” (I Jo 3,17-19 e 4,21).


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

Bibiana viveu numa época em que os primeiros cristãos tinham o verdadeiro conceito de caridade. Pois esta palavra que tem origem no cristianismo leva o sentido de amor. Não apenas pelo fato de dar algo a alguém. Mas, pelo gesto de fazê-lo porque tem amor por essa pessoa, pela sua filiação divina, também amada do Pai. E isto só oferecendo o alimento ou uma veste, mas, qualquer gesto que lhe seja feito para torná-la um pouco mais aliviada, mais alegre, mais feliz.

Bibiana aprendeu assim, desde menina, com seus pais, com sua irmã Demétria ou com seus irmãos das catacumbas.

Narra a sua vida que seus familiares, quando não estavam no trabalho ou na oração, estavam levando a caridade aos necessitados. Sabiam ver Cristo no irmão mais pequenino.

Quantos exemplos de vida cristã ela pôde nos deixar, mesmo vivendo 15 anos apenas.

É este o conceito que temos de Caridade? Como o exercemos?

(Alguns minutos de reflexão)

Peçamos as graças que desejamos.


Oração Final

(Como no Primeiro Dia)

 

 


OITAVO DIA

“Cantavam um cântico novo, dizendo: “Tu és digno de receber o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste imolado, e resgataste para Deus, ao preço de teu sangue, homens de toda a tribo, língua, povo e raça” (Apoc 5,9)”.


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

Não bastasse o continuado martírio ao acompanhar os sacrifícios da vida dos seus familiares, bem sabia a jovem Bibiana o que poderia estar-lhe reservado por último. Como menina de um coração sensível, de natureza delicada e já tanto sofrida no seu espírito, como lhe era difícil o temor da espera. Como Maria ao pé da cruz, ia guardando no seu coração aquele rosário de mistérios dolorosos que ia sentindo, sem conseguir ainda compreendê-los.

Quando chegou a sua vez, mesmo preparada pela fé, pela oração, e fortalecida pelos exemplos de seus familiares, e com a graça do amor de Cristo, não deixou de passar por agonias incomensuráveis, sobretudo sentir tão breves os seus anseios juvenis de vida, de esperanças. Tudo lhe fugia como o vento, como uma ilusão.

Quem sabe nem a magoasse tanto, se pudesse supor o que fisicamente iria lhe acontecer. O ímpio e orgulhoso prefeito Aproniano, diante dela, vendo desfeito os seus planos, vencido por uma frágil moça, caído no chão como os seus ídolos, só lhe restavam o ódio e a vingança, as armas dos covardes. E fê-los cair em massa sobre o corpo delicado de Bibiana, fazendo-o quase em pedaços. Mas, viu-se mais derrotado ainda, quando ela, ao exalar o seu último suspiro, tinha mantido intacto na mais santa pureza, o seu corpo de mártir e sua alma de santa!

Irado, mandou lançar o corpo dela aos cães da rua. E aqueles animais o respeitaram. Foi sepultada com a glória dos mártires!

(Alguns instantes de reflexão)

Que graças pediremos a Santa Bibiana?

Oremos a ela pelos jovens das famílias de hoje.


Oração Final

(Como no Primeiro Dia)

 

 


NONO DIA

A GLORIFICAÇÃO

“Eu, porém, regozijar-me-ei no Senhor. Encontrarei minha alegria no Deus de minha salvação” (Hab 3,18).


Oração Inicial

(Como no Primeiro Dia)


Oração de Reflexão

No livro do Apocalipse, o apóstolo João lança o brado: “Então veio um dos sete Anjos que tinham as sete taças cheias dos sete últimos flagelos e disse-me: “Vem, e mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro” (Apoc 21,9).

Assim Bibiana foi apresentada depois dos flagelos recebidos em defesa de sua Fé. Era agora a noiva, a esposa do Cordeiro.

E o Cordeiro abre para ela as portas da Cidade dos Santos: “A cidade não necessita de sol nem de lua para iluminar, porque a glória de Deus a ilumina, e a sua luz é o Cordeiro. As suas portas não se fecharão diariamente, pois não haverá noite. Nela não entrará nada de profano nem ninguém que pratique abominações e mentiras, mas unicamente aqueles cujos nomes estão inscritos no livro da vida do Cordeiro” (Apoc 21,23-27).

Com o nome escrito no livro da vida, Bibiana entra triunfante na glória do Cordeiro. Aquela mesma glória de que falou Jesus, “Vinde, benditos do meu Pai, para a glória que para vós está preparada desde o começo do mundo”! Jesus é o Cordeiro!

E João continua descrevendo a entrada triunfal: “Depois disso, ouvi no céu como que um imenso coro que cantava: “Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder, porque os seus juízos são verdadeiros e justos. Então os vinte e quatro Anciãos e os quatro Animais prostraram-se e adoraram a Deus que se assenta no trono, dizendo: "Amém! Aleluia! (Apoc 19, 1-2 e 4).

"Do trono saiu uma voz que dizia: “Cantai ao nosso Deus, vós todos, seus servos que o temeis, pequenos e grandes”. “Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe glória, porque se aproximam as núpcias do Cordeiro. Sua Esposa está preparada. Foi lhe dado revestir-se de linho puríssimo e resplandecente”. (Pois o linho são as boas obras dos santos)”. (Apoc 19,5 e 7-8).

“Felizes os convidados para a ceia das núpcias do Cordeiro”. Disse-me ainda: “Estas são palavras autênticas de Deus” (Apoc 19,9). E no livro da Vida estava escrito: Santa Bibiana, Virgem e Mártir!

(Momentos de Reflexão)


Final

(Como no Primeiro Dia)

 



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